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Caso de uso

Instrução de trabalho, sem quarenta prints colados à mão

O passo a passo que o key user vai executar toda semana — gerado da mesma gravação que você já faria. Num projeto de implantação, a documentação de usuário final costuma ser entregável de contrato: não é gentileza de fim de projeto, é linha do checklist de go-live.

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A dor

É o mesmo Print Screen → Word → seta → legenda da evidência, com um agravante: a instrução é escrita depois do projeto, por quem já está alocado no próximo. Ela nasce atrasada, e é a tarefa que sobra para quem tem menos poder de recusar.

Uma instrução ruim não é reprovada por ninguém — ela simplesmente não é usada, e o key user volta a ligar para o consultor. Os motivos são sempre os mesmos quatro: passo faltando, tela diferente da real, linguagem de quem já sabe, e nenhuma indicação de qual campo olhar. Os dois últimos são problema de redação — e redação é exatamente o que a narração falada resolve, porque quem narra enquanto faz explica como quem ensina.

O que sai

Um documento de procedimento, e não um registro histórico. A diferença está nos detalhes:

Como fazer

  1. Escolha o cenário Passo a passo no passo 1.
  2. Grave o processo uma vez, narrando o que faz e por quê. Fale o nome dos campos: é o que o key user vai procurar.
  3. Na revisão, descarte o que não interessa, reordene com as setas e corrija as siglas com a lista de termos do seu sistema.
  4. Gere o Word para editar, ou o PDF direto. Se for treinar em sala, o mesmo material vira o roteiro.

O que ele não faz — e é melhor saber antes

Não atualiza os prints sozinho quando o sistema muda. Isso se chama replay, é o que o ClickLearn vende, e exige dirigir a aplicação — impossível numa aba que só recebe uma imagem de tela compartilhada. Fingir que competimos aí seria a primeira mentira do produto.

Ainda não reabre um documento pronto para corrigir um passo. É a peça que este caso mais pede, e é a que está sendo construída: reabrir o .zip, trocar a imagem do passo 7 e gerar de novo, sem regravar os quarenta.

Não hospeda o conteúdo nem diz quem leu. Quem responde isso é o LMS da sua empresa — e o pacote para ele (SCORM) está na fila. Nós entregamos o pacote; o registro é do seu sistema, não nosso.

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É o mesmo consultor que gravou a evidência do UAT em junho escrevendo a instrução do key user em agosto, com as mesmas transações. Por isso este caso é um modelo dentro do produto, e não outra ferramenta.