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Segurança da informação

Última atualização: 15 de agosto de 2026.
Esta página é para quem precisa aprovar o uso do Walkstamp dentro de uma empresa: como ele funciona, o que sai da sua máquina, e o que nós não temos.

Em uma linha: a ferramenta não tem servidor de processamento e não recebe o seu vídeo, o seu áudio nem os seus quadros. Isso vale em todos os planos, e você não precisa acreditar — dá para conferir em trinta segundos, com o navegador que você já tem aberto. Quem contrata um plano pago ganha uma conta, e há uma única coisa que ela pode guardar por escolha sua; está descrita abaixo, com todas as letras.

Por que a pergunta muda de forma aqui

A avaliação de um fornecedor de software costuma seguir uma lista: onde ficam os dados, quem tem acesso, qual a certificação, qual o contrato de tratamento. Essa lista pressupõe que o fornecedor recebe alguma coisa.

No Walkstamp o processamento inteiro acontece na aba do seu navegador. O vídeo é lido do seu disco pelo próprio navegador, as imagens são extraídas ali, o áudio é transcrito ali, e o PDF, o Word, o ZIP e o JSON são montados na memória da aba e salvos pelo navegador. Não existe upload em nenhum passo. Não há cópia temporária do lado de cá, porque não há um lado de cá envolvido no processamento.

Isso não torna o Walkstamp automaticamente aprovável — torna a conversa diferente. Em vez de “confie no controle de acesso deles”, a pergunta vira “isto realmente não envia nada?”, que é uma pergunta que você pode responder sozinho.

Como conferir, sem precisar confiar em nós

É a parte mais importante desta página. Leva menos tempo do que lê-la:

  1. Abra a ferramenta e pressione F12 para abrir as ferramentas do desenvolvedor.
  2. Vá até a aba Rede (Network) e deixe-a gravando.
  3. Carregue um vídeo grande — de propósito, um de vários gigabytes — e gere o PDF.
  4. Olhe a coluna do que foi enviado. Ela continua em zero. Nenhuma requisição carrega o vídeo, as imagens ou o texto.

Um teste que a própria equipe de segurança executa vale mais do que qualquer declaração nossa, e é por isso que ele está aqui em vez de um selo.

A versão offline, para quando nem isso basta

Existe um arquivo único de HTML com a ferramenta inteira dentro. Você baixa, desconecta a rede, abre o arquivo e ele funciona. Nada nele fala com servidor nenhum.

E isso não é uma promessa de texto: o processo que gera esse arquivo falha se sobrar qualquer endereço de medição dentro dele. É uma trava no build, não uma intenção. Dá para conferir procurando por “supabase” ou “insights” no arquivo baixado — não há ocorrência.

Na versão offline você perde a transcrição automática (o modelo de voz é baixado sob demanda), a leitura de texto da imagem e o botão do Google Drive. O resto funciona igual. Ela também pode ser guardada num repositório interno, escaneada pela sua equipe e distribuída sem depender de nós.

O que sai da sua máquina, e quando

Nada do seu conteúdo sai sem um gesto seu.

O vídeo, o áudio e a transcrição nunca saem — não há gesto que os mande embora, porque não existe servidor que os receba. O resto sai só quando você manda, e esta é a lista inteira do que sai, quando, e o que vai junto.

Nenhuma dessas conexões carrega vídeo, áudio, imagem ou transcrição. A biblioteca de PDF vem do jsDelivr junto com a página; é o pacote offline que a embute.

Há uma exceção, e ela está na tabela em vez de escondida: o botão Enviar para o Google Docs é a única função em que o documento gerado sai do computador. Ele existe porque muita equipe revisa evidência no Drive, e ele pede confirmação explícita antes de enviar — quem não quer isso não clica, e nada muda. Se a sua política proíbe levar o conteúdo para o Google, o botão só aparece quando as credenciais do Drive estão configuradas, e a versão offline não o tem.

Vale um caso que costuma surpreender: a tradução da transcrição também não sai daqui. Ela usa o tradutor que o próprio navegador embute e que roda no seu aparelho — não a API do Google Cloud, que exigiria uma chave nossa no código e enviaria o seu texto para um servidor. Onde esse tradutor não existe, o que a ferramenta oferece é o modelo de voz traduzindo enquanto ouve, também no seu computador. Em nenhum dos dois caminhos o texto é transmitido.

A conta paga, e a única exceção

Usar a ferramenta não exige conta, e isso não mudou: sem login, /app grava, transcreve e gera documento exatamente igual. Quem contrata um plano pago passa a ter uma conta, e nela ficam o e-mail de acesso, as faturas, os chamados de suporte, os assentos do time e — se você usar a tela de roteiro de casos — a lista de casos a executar.

Nessa tela, marcar um caso como concluído guarda um recibo: o código do caso, o sistema, o chamado, a data, o nome do arquivo gerado e a impressão digital de cada quadro. São números. Não há imagem, não há transcrição, não há o texto dos passos. É o que permite pegar um PDF meses depois e conferir se é aquele mesmo — e é por isso que ele existe.

A exceção, e ela é sua: ao confirmar o concluído, existe um campo opcional para anexar o .json completo da sessão. Esse arquivo tem as imagens dos quadros dentro. Anexá-lo é a única coisa deste produto que coloca conteúdo seu num servidor nosso, ele nunca vai sozinho, o campo vem fechado, e o aviso do que ele significa está do lado do campo — não numa página de termos. Cada anexo tem botão de apagar, e apagar apaga o arquivo, não só a linha que aponta para ele. O vídeo e o áudio continuam nunca saindo do seu navegador, com anexo ou sem.

O que fica no seu navegador

Nada do seu conteúdo é guardado entre visitas. Dos dados de identificação da evidência, só sistema e executado por ficam em sessionStorage — que o navegador apaga ao fechar a aba — para não redigitar a cada caso; há um botão que apaga na hora. Caso de teste, chamado, resultado e as anotações não são guardados nem enquanto a aba vive. Nada disso é um cookie, nada disso é lido por nós, e nada disso sai do seu dispositivo.

Junto do modelo fica uma anotação de configuração: qual combinação de biblioteca e formato de arquivo consegue abrir o modelo nesta máquina. Nomes de versão, nada de conteúdo — e o botão que apaga o modelo apaga a anotação junto.

As telas de uma gravação em curso ficam no armazenamento privado do navegador (OPFS), no seu computador, para que um travamento da aba não apague o trabalho — antes disso, um travamento aos 110 minutos de uma gravação de duas horas apagava as duas horas. Elas são apagadas assim que qualquer documento é gerado, e de qualquer jeito depois de sete dias; e o botão “jogar fora”, que o passo 1 oferece sempre que há uma gravação guardada, apaga na hora o que já estiver lá. Nada disso é enviado a lugar nenhum — o teste do F12 continua dando zero byte enviado.

Fora isso, o que persiste é o modelo de transcrição, guardado pelo próprio navegador em cache para não ser baixado de novo. Fica no seu dispositivo, sob seu controle, e some ao limpar os dados de navegação. Não usamos cookies — nem próprios, nem de terceiros.

O que nós não temos

Esta é a parte que quase nenhum fornecedor escreve, e é justamente a que a sua equipe precisa. Não possuímos nenhuma certificação de segurança, e não estamos em processo de obter nenhuma. Abaixo, o que cada uma significa e por que ela se aplica — ou não — a uma ferramenta que não recebe dados.

O que existe no lugar

  • O código que roda no seu navegador pode ser lido: é uma página, e Ctrl+U mostra tudo. Não há código do lado do servidor porque não há servidor.
  • A versão offline pode ser baixada, escaneada, versionada e distribuída pela sua equipe.
  • A verificação de que nada sai leva trinta segundos e não depende de acreditar em nós.

O que continua sendo responsabilidade sua

  • O documento gerado contém o que estava na sua tela. Se você gravou dado de produção, o arquivo que saiu tem dado de produção — e para onde ele vai depois é decisão sua.
  • Compartilhar a tela captura tudo o que está nela, inclusive a janela que ficou aberta atrás. Prefira compartilhar uma janela específica quando o conteúdo for sensível.
  • A transcrição automática baixa um modelo de voz de um CDN público na primeira vez. Se a sua política proíbe CDN externo, use a versão offline e escreva as anotações à mão.
  • O Walkstamp produz a evidência visual. A trilha de aprovação continua no seu sistema de mudanças.

Documentos para a avaliação de fornecedor

Se você é de compras, de jurídico ou de segurança da informação e precisa anexar isto a um processo, está tudo aqui — sem reunião, sem pedir por e-mail e sem cadastro:

  • Anexo de Tratamento de Dados Pessoais (DPA) — PDF pronto para assinar, com a divisão de papéis, a lista de suboperadores com país e salvaguarda, as medidas técnicas, o prazo de comunicação de incidente e a cláusula de pedido de autoridade. Quatro páginas, e não quarenta: a maior parte do que um DPA longo regula é a guarda do seu conteúdo por nós, e ela não existe aqui.
  • Política de Privacidade — com a tabela de bases legais por finalidade, os prazos de guarda e a tabela de suboperadores. É a versão que prevalece em caso de divergência.

Quem responde

O Walkstamp é oferecido por Produtize Produtos e Serviços Inteligentes Ltda., CNPJ 48.417.292/0001-99.

Para relatar um problema de segurança, pedir esclarecimento para uma avaliação de fornecedor, ou solicitar a versão offline: privacidade@walkstamp.com. Não há programa de recompensa por vulnerabilidade, mas respondemos.

Esta página descreve o funcionamento na data acima. Se algo mudar de forma que afete o que está escrito aqui, esta página muda junto — e a data no topo é como você verifica isso.

Como funciona por dentro

  1. Você pede. Escreve o e-mail aqui. Nada é decidido nesta hora: só sai uma mensagem para a sua caixa.
  2. Você clica no que chegou. É isso que prova que o endereço é seu — e é o único momento em que existe algo parecido com uma sessão.
  3. Volta com o link pronto. A chave é assinada no servidor, com o seu e-mail dentro dela, e entregue já dentro de um endereço do Walkstamp.
  4. Daí em diante, nada mais de rede. A chave é conferida dentro do navegador, contra uma chave pública que está no próprio HTML da ferramenta. Ela funciona no avião, na máquina do cliente com a internet trancada, e no computador que a TI não deixa falar com a nossa hospedagem.

Por que a validade é curta

Cada chave emitida vale 21 dias num time e 45 no plano individual (14 na degustação), e a próxima chega por e-mail antes de a anterior vencer. O administrador pode encurtar esse prazo, de 1 a 90 dias, no portal do time. Não é burocracia: é o que faz um link vazado morrer sozinho. Como não há servidor conferindo nada durante o uso, não existe botão de revogar — o prazo é a revogação. Foi a troca escolhida de propósito: preferimos um vazamento que expira a um produto pago que para de funcionar quando a internet cai.

Antes de decidir

Daqui, os dois caminhos que costumam vir a seguir: conferir um documento gerado pela ferramenta, ou ver os planos e o que muda de um para o outro.

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