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Política de Privacidade

Última atualização: 17 de agosto de 2026.
Esta política descreve o funcionamento atual do Walkstamp: a ferramenta não possui servidor de processamento, e existe uma conta opcional — descrita mais abaixo — para quem contrata um plano pago.

Até 14 de agosto de 2026 este serviço se chamava ClipContext. Só o nome mudou — a controladora, as bases legais e os prazos abaixo continuam exatamente os mesmos.

Quem é responsável, e em que papel

O Walkstamp é oferecido por Produtize Produtos e Serviços Inteligentes Ltda., inscrita no CNPJ sob o nº 48.417.292/0001-99, nos termos da Lei nº 13.709/2018 (LGPD).

O papel dela não é o mesmo para tudo, e a distinção importa para quem contrata:

Nos dados da conta paga, tratamos exclusivamente conforme as instruções do cliente contratante, que é o controlador desses dados. Não os usamos para finalidade própria, não os cruzamos com outros dados, não os cedemos e não os usamos para treinar modelo nenhum. Se um titular desses dados nos procurar diretamente, encaminhamos o pedido ao cliente controlador e o auxiliamos a responder — não decidimos por ele.

Esta separação existe desde que o plano pago nasceu; o texto anterior dizia “controladora” para tudo, o que descrevia bem a parte gratuita e mal a paga.

Encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41 da LGPD): Leandro Batista de Oliveira.
Pedidos de titular, dúvidas e reclamações sobre privacidade, e o canal direto do encarregado: privacidade@walkstamp.com.

Resumo

Não recebemos seus vídeos, seu áudio, seus quadros, suas transcrições nem os documentos que você gera. Isso não mudou, vale em todos os planos, e é a promessa que sustenta o produto — não é uma configuração que a gente possa afrouxar depois.

O que existe é isto, e está detalhado mais abaixo: uma contagem de visitas sem cookie e sem identificador; uma contagem anônima de quinze marcos de uso; o e-mail, se você deixá-lo na página de preços; e, para quem contrata um plano pago, uma conta — com o e-mail de acesso, as faturas, os chamados de suporte e a lista de casos a executar, quando você usa a tela de roteiro. Usar a ferramenta continua não exigindo conta: sem login, ela grava, transcreve e gera documento exatamente igual.

Como o serviço funciona

O Walkstamp é uma página estática. Quando você escolhe um vídeo, ele é lido diretamente do seu dispositivo pelo navegador e permanece nele. A extração de imagens, a leitura do áudio, a transcrição e a montagem do PDF acontecem inteiramente no seu computador, usando a capacidade de processamento dele.

Não existe envio do arquivo para nós. Não existe cópia temporária em nossos sistemas, porque não há sistema nosso envolvido no processamento.

Dados que não coletamos

  • Vídeos, áudios, imagens extraídas, transcrições e PDFs gerados
  • Nome de arquivo, tamanho, duração ou qualquer característica do que você processa
  • Nome, telefone ou identificação pessoal — e o e-mail só se você digitar um, por escolha sua
  • Identificadores de rastreamento, perfis de comportamento ou dados para publicidade
  • Cookies de rastreamento, de publicidade ou de medição — nenhum. A conta usa um cookie de sessão, que é o que mantém você logado; ele está descrito na seção “Conta paga” e a ferramenta funciona sem ele

O que é medido, e por quê

Uma ferramenta que ninguém sabe se está sendo usada não tem como melhorar no lugar certo. Então há duas medições, e as duas foram desenhadas para não saber quem é você:

  • Visitas de página, pelo Vercel Web Analytics. Sem cookie e sem identificador que persista entre visitas. Serve para saber quantas pessoas chegaram e por qual caminho.
  • Quinze marcos de uso — onze dentro da ferramenta e quatro dentro da conta: que a ferramenta foi aberta, que um vídeo foi aberto com sucesso, que um arquivo de saída foi baixado, que uma transcrição começou, que uma licença foi ativada, que um roteiro foi importado, que um caso foi concluído, que um pagamento foi iniciado, e assim por diante. Junto vai o idioma da página, a origem do vídeo (arquivo, Drive, gravação ou exemplo), o formato baixado, uma faixa (“4-10”, e nunca o número exato) e o plano. Nada mais. Não vai nome de arquivo, tamanho, duração, conteúdo, nem qualquer identificador de sessão — não há como ligar dois marcos à mesma pessoa, nem esta visita à próxima.

Se o seu navegador envia Do Not Track ou Global Privacy Control, os quinze marcos não são enviados. E a versão offline — o arquivo único que você baixa — sai do build sem endereço nenhum de medição dentro: ela não fala com ninguém, e dá para conferir procurando por “supabase” no arquivo.

A lista de aviso não existe mais

A página de preços já teve um campo opcional de e-mail, para avisar quando o plano pago existisse. O plano pago existe, e o campo foi removido: não há mais nada aqui que recolha endereço de quem só está visitando o site. Os endereços deixados enquanto o campo existiu continuam guardados até 24 meses depois de terem sido deixados, e são apagados antes disso a pedido, pelo contato no fim desta página. Eles nunca foram cruzados com as medições acima, nunca foram vendidos nem cedidos, e não são usados para mais nada.

A conta do plano pago, e o roteiro de casos

Quem contrata um plano pago passa a ter uma conta. Ela é o único lugar em que guardamos dado seu por escolha sua, e é onde vive a única funcionalidade que grava conteúdo de cliente num servidor nosso: a tela de roteiro de casos. Por isso ela está descrita aqui campo a campo.

Na conta ficam guardados:

  • o e-mail de acesso, que é a identidade da conta e o destino do link de entrada;
  • as faturas e o estado da assinatura, vindos da Stripe;
  • os chamados de suporte que você abrir, com o texto que você escreveu;
  • no plano Time, os assentos: o e-mail de cada pessoa da equipe e o que ela já emitiu;
  • os modelos de documento e a identidade visual que você configurar (nome da empresa, endereço do logotipo, rótulo, ambiente).

E, se você usar o roteiro de casos, ficam guardados os campos da lista de tarefas, e apenas eles: o código do caso, o título, o sistema, o número do chamado, o e-mail do responsável, a data em que o caso foi marcado como feito, quem o marcou, o nome do arquivo gerado, a impressão digital dele e a observação que você digitar.

Ao marcar um caso como concluído, fica guardado também um recibo: a ficha do que foi executado (caso, cenário, sistema, chamado, ambiente, resultado, data e formato) e a impressão digital de cada quadro, em ordem. São números. Ele viaja dentro do próprio link de retorno, e é o que permite pegar um documento meses depois e conferir se é aquele mesmo.

O que o recibo nunca contém: imagem, transcrição ou o texto dos passos. A impressão digital é calculada a partir das telas e não permite reconstruir nenhuma imagem. A planilha que você envia para criar o roteiro é lida, vira as linhas descritas acima, e o arquivo é descartado: não guardamos a planilha.

O anexo da sessão — a única exceção, e ela é sua

Ao confirmar um caso como concluído existe um campo opcional: anexar o .json completo daquela sessão. Esse arquivo tem as imagens dos quadros dentro, junto com o texto dos passos e a transcrição, se houver.

Anexá-lo é a única coisa deste produto que coloca conteúdo seu num servidor nosso. Por isso, e sem exceção:

  • ele nunca vai sozinho — o campo vem fechado e é preciso escolher o arquivo;
  • o que ele significa está escrito ao lado do campo, no momento da escolha, e não só aqui;
  • ele fica num armazenamento privado, sem endereço público: quem baixa passa pelo nosso servidor, que confere a sua sessão e devolve um endereço assinado que vence em dois minutos;
  • quem enxerga o caso enxerga o anexo — num roteiro do time, isso é o time inteiro;
  • há um botão apagar anexo, e ele apaga o arquivo, não apenas o registro que aponta para ele;
  • o limite é de 32 MB por caso, e só arquivos .json são aceitos.

O vídeo e o áudio continuam nunca saindo do seu navegador, com anexo ou sem anexo. Sem anexo, fica só o recibo — números, sem imagem.

Repare no que isso significa na prática: um roteiro é uma lista de trabalho, e um código de caso ou um número de chamado podem dizer o que a sua empresa está testando. Escreva nesses campos o que você escreveria num cartão de quadro de tarefas — nome de sistema e número de chamado, tudo bem; dado pessoal de terceiro, não.

Um roteiro marcado como “do time” é visível para todas as pessoas com assento na mesma conta; um roteiro “só meu” é visível apenas para quem o criou. Quem criou o roteiro pode apagá-lo a qualquer momento, e apagar leva junto todos os casos dele — e os arquivos anexados a eles —, na hora e sem cópia.

Você não precisa pedir: a conta apaga sozinha

Dentro da conta há uma tela — Seus dados — que lista, em português, tudo o que existe no nosso servidor com o seu nome: quantos roteiros, quantos casos, quantos arquivos anexados, quantos modelos, quantos chamados. E lista, ao lado e com o mesmo peso, o que não sai quando você apaga, e por quê. Na mesma tela há um botão que apaga tudo o que é seu, na hora, sem falar com ninguém e sem esperar prazo nenhum. Ele pede que você digite o próprio e-mail antes, porque não tem desfazer.

Encerrada a assinatura, o conteúdo da conta é apagado em até 90 dias, por uma rotina que roda todo dia: roteiros, casos, recibos, anexos, modelos, configuração, assentos, histórico de emissão e chamados. Antes disso, a pedido, pelo contato no fim desta página.

Uma coisa não é apagada, e é justo dizer qual: a fatura. Nota fiscal tem prazo de guarda fiscal maior que 90 dias, e cumpri-lo é obrigação legal — não é escolha nossa nem sua. O registro do cliente sobrevive junto com ela, reduzido ao que descreve a venda (plano, assentos, prazo): o nome e o documento são apagados, e nenhum e-mail, roteiro ou arquivo permanece.

A sessão da conta usa um cookie, e ele é necessário: é o que mantém você logado. Ele não serve para medição, não é lido por script de terceiro e existe apenas nas páginas da conta — a ferramenta continua funcionando sem cookie nenhum.

Conexões externas e suboperadores

A página faz um número reduzido de conexões a serviços de terceiros, e nenhuma delas transporta seu conteúdo. Esta é a lista completa — nome, para que serve, o que recebe, onde fica e com que salvaguarda:

O Google está nesta tabela por transparência, e não como suboperador: quando você usa esses dois botões, o Google age por sua instrução, na sua conta, e nada passa por servidor nosso. A partir do momento em que o documento chega lá, ele está sujeito às políticas do Google — está detalhado na seção Google Drive, mais abaixo.

Esses terceiros possuem políticas próprias e podem registrar dados técnicos da conexão, como endereço de IP, da mesma forma que ocorre ao visitar qualquer site.

Troca de suboperador. Se formos substituir ou acrescentar um suboperador que trate dados da conta paga, avisamos os clientes pagos por e-mail com 30 dias de antecedência. Nesse prazo, o cliente pode se opor; havendo oposição que não consigamos acomodar, ele pode encerrar a assinatura sem multa e levar os dados consigo.

Nada seu treina modelo de IA.

Nenhum conteúdo seu — vídeo, áudio, transcrição, documento gerado ou anexo de sessão — é usado para treinar modelo de inteligência artificial, nosso ou de terceiro. Não há como: o conteúdo não chega até nós. O modelo de transcrição é baixado pronto, já treinado, e roda dentro do seu navegador; ele nunca envia o que ouviu para lugar nenhum. Isto não é uma promessa de conduta que dependa de nós cumprirmos — é uma consequência de onde o processamento acontece, e você pode conferir com o F12 aberto na aba Rede.

Gravação de tela e microfone

Ao usar a gravação, o navegador pede sua permissão para capturar a tela e, se você marcar a opção, o microfone. A imagem e os dois canais de áudio são processados no seu próprio computador: os frames são extraídos e o áudio é transcrito ali mesmo. O vídeo da sessão não é gravado — nem no nosso lado, que não existe, nem no seu disco. Nada dessa captura é transmitido para nós.

Webcam num canto

Também opcional, também desligada por padrão em todos os cenários, sem exceção: um rosto é dado pessoal de outra ordem que uma tela, e ligar isso sozinhos seria decidir pela pessoa filmada. Com ela marcada, o navegador pede permissão para a câmera e a imagem é desenhada num canto dos quadros e dos clipes, no seu computador — ela não sai dele, como nada mais sai. Se você vai filmar alguém, peça permissão a essa pessoa: nós não temos como pedir por você.

Clipe dos momentos marcados

Há uma exceção a isso, e ela é sua: a opção “guardar um clipe dos momentos marcados”. Com ela ligada, e somente dos momentos que você marcar durante a gravação, ficam guardados cerca de quinze segundos de vídeo com som em volta de cada marca. O resto da sessão continua sendo descartado. A opção nasce desligada em todos os cenários, exceto no de sessão de pesquisa de usabilidade, onde o clipe é o próprio resultado do trabalho — e mesmo lá basta desmarcar.

Esses clipes ficam na memória desta aba: fechar a aba os apaga. Eles só chegam ao seu disco se você baixar o pacote .zip, e continuam sem passar por servidor nenhum. Há ainda um botão “descartar os vídeos” que apaga todos de uma vez e escreve a data do descarte no documento — porque gravação de participante é dado pessoal com prazo, e quem audita um estudo precisa ver quando ela deixou de existir.

Google Drive

Se o botão de abrir vídeo do Google Drive estiver disponível e você o utilizar, o navegador se conecta ao Google para autenticar e baixar o arquivo que você escolher. O arquivo vai do Google direto para o seu navegador, sem passar por servidor nosso. Pedimos a permissão mais restrita que existe (drive.file), que dá acesso apenas aos arquivos que você selecionar na janela do Google — nunca ao restante do seu Drive. Enquanto você não clicar nesse botão, nenhuma conexão com o Google é feita.

Existe também um botão Enviar para o Google Docs. Ele é a única função da ferramenta em que o documento gerado sai do seu computador: o arquivo do Word montado no navegador é enviado ao Google, que o converte em um documento do Google Docs dentro do seu Drive. Ele vai daqui direto para o Google, sem passar por servidor nosso — mas a partir desse momento o conteúdo está no Google, sujeito às políticas do Google, e não às nossas. Por isso o botão pede confirmação explícita antes de enviar, e por isso ele diz o que está fazendo. Se a evidência tiver dado sensível, baixe o arquivo em vez de enviá-lo.

O convite por e-mail

No fim do uso, a ferramenta oferece mandar o endereço do site para um colega. Se você usar essa opção, o e-mail de quem vai receber passa pelo nosso servidor — é o único ponto em que alguma coisa sai da sua máquina. Não vai vídeo, não vai transcrição, não vai documento; o material que você gravou continua sem sair do seu computador.

O que guardamos disso é um hash do endereço e da origem do pedido, não os valores. Ele serve só para contar quantos convites saíram e impedir que a função vire ferramenta de incômodo: cinco por hora por origem, dois por dia para o mesmo destinatário. Os registros são apagados em sete dias. Não há lista, não há cadastro e o convite não se repete.

Copiar o endereço e compartilhar no LinkedIn não passam por nós: são feitos inteiramente no seu navegador.

Armazenamento no seu navegador

A página inicial guarda uma coisa só: a sigla do idioma que você escolheu no seletor do topo (pt, en, es, de ou fr). Serve para não mandar você de volta ao idioma do sistema na próxima visita. São duas letras, não identificam ninguém, não são enviadas a lugar nenhum, e somem ao limpar os dados de navegação.

A lista de termos do seu sistema — os códigos e nomes próprios que o reconhecimento de voz erra — fica no sessionStorage junto do resto: some ao fechar a aba, não é lida por nós e não sai do seu dispositivo. A correção acontece no seu navegador, sobre o texto que já estava aqui.

E guarda um punhado de preferências de tela: o tamanho da lente, o tamanho da janelinha de controle, o tamanho da janela em que se aponta durante a gravação, quais blocos ficaram abertos e qual modelo de documento você usou por último. São medidas e escolhas de layout — nenhuma delas é conteúdo do seu trabalho, nenhuma sai deste computador, e todas somem ao limpar os dados de navegação.

A ferramenta aceita ser aberta com campos já preenchidos pelo endereço — por exemplo ?caso=CT-014&chamado=NAT-1234, num link que o coordenador do teste manda para a equipe. Vale um aviso: o que vai no endereço fica no histórico do seu navegador e nos registros de quem servir a página. Nome de sistema e número de chamado, tudo bem; dado pessoal, não — para isso, digite na tela.

Quem ativa o plano Time guarda também a chave da licença — a mesma linha que recebeu por e-mail. Ela é conferida dentro do navegador, contra uma chave pública que está no próprio arquivo da página: não há consulta a servidor de licença, funciona offline, e nós não ficamos sabendo que ela foi usada nem por quem. O botão “remover esta licença” apaga na hora. O logotipo do cliente, quando usado, é lido pelo navegador e desenhado dentro do documento — ele também não sai daqui.

A ferramenta guarda mais uma: qual combinação de biblioteca e formato de arquivo conseguiu abrir o modelo de transcrição neste computador. É uma configuração — nomes de versão e de arquivo —, não conteúdo: existe para a próxima visita não repetir a busca, que em algumas máquinas custa centenas de megabytes de download. O botão apagar o modelo guardado, ao lado do diagnóstico, apaga essa anotação junto com o modelo.

Se você instalar a ferramenta como aplicativo (o atalho que o navegador oferece), um service worker guarda uma cópia das páginas e dos arquivos de estilo para que ela abra sem rede. Ele guarda só o que o navegador baixaria do nosso endereço de qualquer forma — nunca vídeo, áudio, transcrição ou documento gerado, porque nada disso é uma requisição de rede: são coisas que vivem e morrem dentro da aba. Desinstalar o aplicativo, ou limpar os dados de navegação, apaga essa cópia.

Se você usar a transcrição automática, o navegador guarda o modelo baixado em cache para não precisar baixá-lo de novo. Esse arquivo fica no seu dispositivo, sob seu controle, e é removido ao limpar os dados de navegação. Nós não temos acesso a ele.

Os campos de identificação de evidência que a ferramenta oferece — caso de teste, sistema, quem executou, chamado, resultado — e as anotações por passo nunca são enviados a lugar nenhum. Eles só aparecem nos documentos que você mesmo gera e baixa.

Dois deles, sistema e executado por, ficam guardados em sessionStorage enquanto a aba estiver aberta, para você não redigitar a cada caso de teste. O sessionStorage é apagado pelo próprio navegador ao fechar a aba: ele não sobrevive entre visitas, não é um cookie, não é lido por nós e não sai do seu dispositivo. Há um botão “Esquecer” ao lado dos campos que apaga na hora. Os demais campos e as anotações não são guardados nem enquanto a aba vive — some ao recarregar a página.

No mesmo sessionStorage fica o resumo da última gravação de tela: quantos quadros foram guardados e por que os outros não foram. São contadores — nenhuma imagem, nenhum texto — e existem para que o diagnóstico continue disponível se a página for recarregada depois de algo dar errado. Some ao fechar a aba, como o resto.

As telas de uma gravação em curso

Esta é a única coisa que a ferramenta guarda por mais tempo que a aba, e ela existe por um motivo concreto: uma aba pode travar. Antes, um travamento aos 110 minutos de uma gravação de duas horas apagava as duas horas — e, numa espera longa, fechar a aba é justamente a decisão que qualquer pessoa razoável toma.

Por isso, enquanto você grava, cada tela capturada é também escrita no armazenamento privado do seu navegador (a Origin Private File System). Isso fica no seu computador, numa área que só esta página consegue ler, e não é enviado a lugar nenhum — o teste do F12 continua valendo: carregue um vídeo de vários gigabytes e os bytes enviados continuam em zero.

Três coisas que valem estar escritas:

  • Apaga sozinho assim que um documento sai. No instante em que você gera o PDF, o Word, o .zip ou qualquer outra saída, o trabalho saiu da ferramenta e a cópia no disco é apagada.
  • Apaga sozinho depois de sete dias, mesmo que nenhum documento tenha saído.
  • Dá para jogar fora a qualquer momento. Quando há uma gravação guardada, o passo 1 diz isso na cara e oferece “jogar fora” ao lado de “trazer de volta”. Jogar fora apaga na hora, e não só para de escrever daqui para frente.

Quando há uma gravação guardada, o passo 1 diz isso na cara, com quantas telas, de quando e quanto ocupa, e oferece as duas únicas coisas que se pode querer: trazer de volta, ou jogar fora.

Cookies

Não utilizamos cookies próprios nem de terceiros — nem para rastreamento, nem para publicidade, nem para medição. A contagem de visitas e os quinze marcos descritos acima funcionam sem cookie e sem identificador que persista entre visitas, e é justamente por isso que não existe aviso de cookies nesta página: não haveria o que consentir.

Crianças e adolescentes

O serviço é uma ferramenta de trabalho e não é direcionado a crianças nem a adolescentes. A LGPD trata como criança quem tem até 12 anos incompletos e como adolescente quem tem entre 12 e 18 (art. 14, combinado com o art. 2º do ECA), e exige consentimento específico e destacado de ao menos um dos pais ou responsável legal para o tratamento de dados de criança — consentimento que não temos como colher aqui, porque não há cadastro.

Por isso, a lista de aviso e a conta paga não devem ser usadas por crianças ou adolescentes. Se souber que uma criança ou adolescente deixou o e-mail, escreva para privacidade@walkstamp.com e ele é removido. Fora isso, não há dado de menor em nosso poder, porque não há dado de ninguém: o vídeo nunca sai do dispositivo.

Bases legais, finalidades e prazos

O que é tratado, por quê, com que fundamento e por quanto tempo:

Os marcos de uso e as visitas foram desenhados para não identificar ninguém; se ainda assim forem considerados dado pessoal por alguma autoridade, o fundamento é o legítimo interesse em manter e melhorar o serviço, e você pode se opor pelo contato acima.

Segurança da informação

O escopo aqui é pequeno de propósito, e a lista abaixo diz quem faz o quê — não atribuímos a nós controles que são do fornecedor de infraestrutura, porque um questionário de segurança respondido assim se desfaz na primeira pergunta de acompanhamento.

  • Em trânsito: todo tráfego do site, da ferramenta e das chamadas de servidor é cifrado com TLS. Não há endereço em texto claro.
  • Em repouso: o banco de dados e o armazenamento do anexo são cifrados em repouso pela Supabase, na região de São Paulo. A cifra é do fornecedor; a configuração da região é nossa.
  • Autenticação: o acesso à conta é por link de uso único enviado por e-mail — não há senha para vazar, reusar ou adivinhar. O link vence, e usá-lo uma vez o invalida.
  • Controle de acesso ao banco: as tabelas reais vivem em um schema próprio, fora do alcance do navegador. O que o navegador enxerga são funções de leitura específicas, e a permissão de execução é revogada dos papéis públicos e concedida apenas ao papel de serviço, que só existe no servidor. Uma chave de navegador vazada não lê tabela nenhuma.
  • O anexo da sessão fica em um balde privado, sem política de leitura pública. Quem entrega o arquivo é o servidor, depois de perguntar ao banco se aquela sessão pode ver aquele caso, e o endereço devolvido é assinado e vence em dois minutos.
  • Segregação de ambiente: as chaves de serviço vivem só em variáveis de ambiente do servidor e nunca são embarcadas no que o navegador recebe.
  • Registros de acesso ao servidor web são mantidos por 6 meses, conforme o art. 15 do Marco Civil da Internet, e depois descartados.
  • Limite de abuso: o envio de e-mail passa por limitação por origem e por destinatário, com os identificadores guardados de forma disfarçada — o endereço de quem recebeu não fica legível no controle de limite.

Não temos certificação SOC 2 nem ISO 27001, e não vamos escrever que temos. O que oferecemos no lugar é a arquitetura: a maior parte do que uma certificação dessas protege — o conteúdo do cliente em repouso no fornecedor — não existe aqui, porque o vídeo, o áudio e a transcrição nunca saem da máquina de quem gravou.

Incidentes de segurança

Se ocorrer incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante:

  • comunicamos o cliente controlador em até 48 horas da ciência do fato, pelo e-mail de contato da conta;
  • comunicamos a ANPD e, quando aplicável, os titulares, nos termos do art. 48 da LGPD;
  • a comunicação diz o que se sabe: quais dados foram afetados, quantos titulares, o que já foi feito, o risco envolvido e as medidas que recomendamos — e é atualizada conforme a apuração avança, em vez de esperar estar completa;
  • cooperamos com a autoridade e com o cliente na apuração e na correção.

Vale registrar o alcance de um incidente aqui: mesmo no pior caso, não há vídeo, áudio nem transcrição em nosso poder para vazar. O que existe do nosso lado é o que está descrito nesta política.

Pedidos de autoridade

Não compartilhamos dados com terceiros, incluindo entidades governamentais, exceto mediante ordem com fundamento legal válido — ordem judicial ou requisição de autoridade competente na forma da lei. Nesses casos:

  • conferimos a base legal e o alcance do pedido, e entregamos apenas o que foi requisitado;
  • avisamos o cliente cujos dados foram pedidos, para que ele possa se defender, salvo quando houver vedação legal expressa a esse aviso;
  • e o argumento que só nós podemos fazer: o que não temos não pode ser entregue. Não há vídeo, áudio nem transcrição em nosso poder para qualquer autoridade requerer — de nós, de ninguém. Uma requisição sobre o conteúdo de uma gravação tem que ser dirigida a quem gravou.

Onde os dados ficam

O e-mail da lista e os marcos de uso ficam em banco de dados hospedado pela Supabase na região de São Paulo — ou seja, em território brasileiro. A hospedagem do site é da Vercel, cuja rede é global: os registros técnicos de acesso e a contagem de visitas podem ser processados fora do Brasil, o que caracteriza transferência internacional nos termos do art. 33 da LGPD, amparada em cláusulas contratuais do próprio fornecedor.

Seus vídeos não estão em nenhum desses lugares, porque nunca saem do seu dispositivo.

Seus direitos

A LGPD (Lei nº 13.709/2018) garante a você, a qualquer momento e gratuitamente:

  • confirmação de que existe tratamento, e acesso aos dados;
  • correção de dado incompleto, inexato ou desatualizado;
  • anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário ou tratado em desconformidade;
  • portabilidade a outro fornecedor;
  • eliminação dos dados tratados com base no seu consentimento;
  • informação sobre com quem compartilhamos;
  • informação sobre a possibilidade de não consentir, e o que isso implica;
  • revogação do consentimento, a qualquer momento.

Na prática, aqui isso quase sempre significa uma coisa só: tirar seu e-mail da lista. Basta escrever para privacidade@walkstamp.com — respondemos em até 15 dias, e a exclusão é imediata quando o pedido é este. Não pedimos documento nem justificativa para excluir: o próprio e-mail que escreve já é a prova de que ele é seu.

Você também pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) se entender que seus direitos não foram respeitados.

Alterações

Se esta política mudar, a data no topo será atualizada, e a mudança é anunciada nesta página.

Para clientes de plano pago, isso não basta e não é o que combinamos: mudança material — qualquer passagem a coletar dado novo, troca ou acréscimo de suboperador que trate dados da conta, mudança de país de armazenamento, ou alteração de prazo de guarda — é comunicada por e-mail, com 30 dias de antecedência. Nesse prazo o cliente pode se opor e, se a objeção não for acomodada, encerrar a assinatura sem multa e levar os dados consigo. Uma mudança de contrato descoberta pela data no rodapé de uma página não é aviso.

Contato

Produtize Produtos e Serviços Inteligentes Ltda. — CNPJ 48.417.292/0001-99.
Privacidade e pedidos de titular: privacidade@walkstamp.com.
Assuntos técnicos e relatos de defeito: o mesmo endereço.