Caso de uso
O passo a passo que o key user vai executar toda semana — gerado da mesma gravação que você já faria. Num projeto de implantação, a documentação de usuário final costuma ser entregável de contrato: não é gentileza de fim de projeto, é linha do checklist de go-live.
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É o mesmo Print Screen → Word → seta → legenda da evidência, com um agravante: a instrução é escrita depois do projeto, por quem já está alocado no próximo. Ela nasce atrasada, e é a tarefa que sobra para quem tem menos poder de recusar.
Uma instrução ruim não é reprovada por ninguém — ela simplesmente não é usada, e o key user volta a ligar para o consultor. Os motivos são sempre os mesmos quatro: passo faltando, tela diferente da real, linguagem de quem já sabe, e nenhuma indicação de qual campo olhar. Os dois últimos são problema de redação — e redação é exatamente o que a narração falada resolve, porque quem narra enquanto faz explica como quem ensina.
Um documento de procedimento, e não um registro histórico. A diferença está nos detalhes:
Não atualiza os prints sozinho quando o sistema muda. Isso se chama replay, é o que o ClickLearn vende, e exige dirigir a aplicação — impossível numa aba que só recebe uma imagem de tela compartilhada. Fingir que competimos aí seria a primeira mentira do produto.
Ainda não reabre um documento pronto para corrigir um passo. É a peça que este caso mais pede, e é a que está sendo construída: reabrir o .zip, trocar a imagem do passo 7 e gerar de novo, sem regravar os quarenta.
Não hospeda o conteúdo nem diz quem leu. Quem responde isso é o LMS da sua empresa — e o pacote para ele (SCORM) está na fila. Nós entregamos o pacote; o registro é do seu sistema, não nosso.
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É o mesmo consultor que gravou a evidência do UAT em junho escrevendo a instrução do key user em agosto, com as mesmas transações. Por isso este caso é um modelo dentro do produto, e não outra ferramenta.