Base de conhecimento do Walkstamp, por tema. Cada bloco abre com um clique.
Se o que você procura não estiver aqui, use o botão Falar com a gente no canto da
ferramenta — problema, ideia ou elogio chegam no mesmo lugar.
Antes de tudo: o Walkstamp roda inteiro na aba do seu navegador. O vídeo não sobe para lugar nenhum, e por isso quase tudo aqui depende da sua máquina e do seu navegador — não da nossa rede. Isso explica metade das perguntas desta página. A outra metade está em Segurança da informação.
Ela assiste a uma gravação de tela, guarda só os momentos em que a tela mudou de verdade, transcreve o que foi dito, e junta as duas coisas num documento — PDF, Word, HTML, Markdown, slides, SCORM, CSV ou JSON. O que era um vídeo de quarenta minutos que ninguém assiste vira doze telas com o texto do que estava sendo falado em cada uma.
Ela não guarda o vídeo. Depois de gerar o documento, o vídeo não existe mais dentro dela — e não existiu em servidor nenhum em momento algum. Ela também não edita vídeo, não corta trechos para republicar e não faz legenda para vídeo: o produto final é sempre um documento.
Porque não há para onde subir. O navegador lê o arquivo do seu disco, extrai as imagens, roda o modelo de voz e monta o PDF na memória da própria aba. Não existe upload em nenhum passo, e isso dá para conferir em trinta segundos com o F12 aberto na aba Rede — o total enviado continua em zero mesmo com um vídeo de vários gigabytes. O passo a passo está em Segurança da informação.
Não e não. Abra a ferramenta e use. Não há instalação, extensão nem cadastro. Existe uma versão em arquivo único que você baixa e abre sem internet nenhuma, para quando a rede da empresa bloqueia tudo — ela está na página de preços.
Chrome e Edge atuais, no computador, é onde tudo funciona. O Firefox e o Safari abrem a ferramenta e geram documento a partir de um vídeo, mas não têm a captura de tela com áudio do sistema nem a janelinha de controle. No celular dá para ler e revisar, mas gravar a tela de um computador é coisa de computador.
Tela inteira. Compartilhar uma janela tem duas armadilhas: o navegador não entrega o som do computador nesse modo, e tudo que acontece fora daquela janela some da evidência — inclusive o pop-up de erro que apareceu no canto. Por isso o seletor já abre na aba da tela inteira, e a caixinha “compartilhar áudio” já vem marcada. Esquecer de marcar essa caixa é a causa mais comum de gravação sem som.
São três segundos entre você escolher a tela e a gravação começar. Sem eles, o primeiro quadro é quase sempre o próprio seletor de tela do navegador — a janela que você acabou de fechar — e você só descobre isso na revisão. Dá para desligar nas opções.
“Marcar este passo” guarda a tela naquele instante, mesmo que ela não tenha mudado o suficiente para o detector automático guardar sozinho. Logo abaixo do botão há uma caixa de texto: o que você escrever ali vira a anotação daquele quadro. Ela sempre comenta a última marcação, nunca a próxima — ninguém descreve um problema antes de vê-lo. O motivo de existir é simples: na revisão, meia hora depois, sete quadros marcados sem nenhum dizer por quê não valem muito.
A pausa deixa de guardar telas e de transcrever, mas o tempo decorrido continua correndo. Se o teste esperou trinta minutos por um processamento, a evidência precisa mostrar trinta minutos. O que a pausa evita é encher o documento de quadros iguais e de conversa paralela. Ao retomar, uma tela é guardada na hora: depois de uma espera, o que mudou é exatamente o que você queria documentar.
Durante a gravação a aba do Walkstamp fica atrás da tela que você está compartilhando — ou seja, fora do seu alcance. A janelinha é uma janela pequena que fica por cima de tudo, com o relógio, os medidores de áudio, e os botões de marcar, pausar, calar o microfone e parar. A caixa de comentário está lá também. Ela existe no Chrome e no Edge; onde não existe, tudo continua funcionando pela aba.
Porque guardar vídeo é o oposto do que a ferramenta faz. Enquanto você grava, ela já está extraindo os quadros e transcrevendo — quando você aperta parar, o material já está pronto. Guardar o vídeo em disco significaria escrever gigabytes para depois jogar fora.
Quando você para, sobra um resto de áudio que ainda não completou uma janela de transcrição. É essa a barra que aparece. Enquanto ela corre, os passos 3 e 4 ficam fechados de propósito: a lista de quadros ainda está mudando, e editar uma lista que muda debaixo de você é como se perde um quadro. Se não quiser esperar, o botão vira Não esperar.
MP4, MOV e WebM. O tamanho não importa — o arquivo não sobe, então não há limite de upload para estourar. O que limita é a memória do seu computador, e vídeos muito longos convém abrir em pedaços.
Dá para escolher um vídeo direto do seu Drive: o navegador baixa o arquivo para a sua máquina e o trabalho acontece ali, como com qualquer outro arquivo. Para o YouTube, o caminho é a transcrição — cole o texto que o próprio YouTube gera na caixa da transcrição.
Selecione dois ou mais arquivos .json gerados antes e eles viram capítulos de
um documento único, na ordem em que você escolheu. É como uma tarde de testes com quatro
casos vira um relatório. O tempo dentro de cada sessão continua verdadeiro; o intervalo entre
elas não é inventado.
De um modelo de voz que roda dentro do seu navegador. Na primeira vez ele é baixado — de 77 MB a cerca de 400 MB, conforme a qualidade escolhida — e fica guardado no navegador para as próximas. O áudio não sai da máquina em momento nenhum.
Dá, e é o caminho mais rápido: quem tem o .vtt ou o .srt de uma
reunião do Teams, do Meet ou do Zoom não precisa baixar modelo nenhum. Arraste o arquivo sobre
a caixa da transcrição, cole o texto, ou use o botão Abrir uma legenda pronta logo
abaixo dela. Também funciona texto solto sem marcação de tempo — só que aí as falas não ficam
casadas com cada tela.
Os dois canais são capturados e transcritos separadamente, e o documento diz quem falou o quê. Numa sessão de testes com um usuário, isso é a diferença entre “alguém disse” e “o participante disse”.
Nomes de sistema, siglas internas e nomes próprios são o que o modelo de voz mais erra — e são justamente as palavras que importam num documento corporativo. O vocabulário é uma lista sua de termos que a ferramenta aplica sobre a transcrição depois de pronta. Ele fica logo abaixo da caixa de texto, que é onde o erro aparece.
A tradução também roda no seu navegador, onde ele tiver o tradutor embutido. Dá para
traduzir para um idioma por vez, e depois gerar o PDF, o Word ou o Markdown normalmente — ou
marcar vários idiomas de uma vez e receber um .zip com o mesmo documento em HTML
em cada um deles.
Ela compara cada tela com a anterior e só guarda quando a mudança é grande o bastante. Um cursor que andou não é mudança; um campo que ficou vermelho é. Na revisão você vê todos os que ela guardou e descarta os que não servem — o descarte é seu, a ferramenta só evita que você comece com trezentas telas iguais.
Dá para tarjar uma região da imagem — um CPF, um nome, um valor. A tarja é aplicada na imagem que vai para o documento, não é uma camada por cima: no arquivo entregue, o que estava embaixo não existe mais.
Dentro da lupa de cada quadro: retângulo, seta e caneta para apontar o que interessa; recorte para tirar a parte inútil da tela; duplicar quando a mesma tela prova duas coisas (antes e depois de uma ação); e comparar, que sobrepõe dois quadros com um controle de mistura — é a resposta para “o que mudou entre estes dois?”, que o olho não acha sozinho quando um botão andou oito pixels.
É o gesto mais repetido de quem mantém um documento: a tela mudou, o procedimento não. Em vez de anexar, mover com as setas e descartar a antiga, há um botão que troca a imagem daquele passo e mantém tudo o mais.
Um documento longo pode ser dividido em tarefas nomeadas, e cada tarefa vira um capítulo com os seus passos embaixo. Dá também para gerar um documento separado por capítulo, de uma captura só.
PDF é o que quase todo mundo quer: fecha, imprime e anexa. Word é para quem vai continuar escrevendo por cima. HTML é um arquivo só, com as imagens dentro, que abre em qualquer navegador. Markdown é para colar numa wiki. Slides para apresentar. SCORM para subir num LMS de treinamento. CSV e JSON são dados: o CSV vai para planilha, e o JSON é o que traz o documento de volta para cá depois.
Uma evidência de teste, uma instrução de trabalho, uma ata e uma sessão de usabilidade pedem campos diferentes e falam com leitores diferentes. O cenário escolhido muda os rótulos da identificação, quais campos aparecem, e os objetivos oferecidos no prompt. “Contexto para IA” não pede identificação nenhuma: o leitor é uma máquina.
O layout decide como as telas se distribuem — automático, uma por página com a fala do trecho, ou grade compacta de seis por página. O papel é A4 ou Carta. Os dois ficam na seção Formato, antes dos botões que produzem o arquivo. Numa conta paga, os dois podem vir configurados da conta, e a tela diz de onde vieram — trocar ali vale só para aquele documento.
São os campos que transformam um monte de telas numa evidência: de que caso de teste é, em que sistema, qual o chamado, e se passou ou não. Eles são gratuitos. O que é pago é eles chegarem preenchidos a partir da configuração da sua conta.
A impressão digital (SHA-256) de cada imagem vai impressa junto dela, no cenário de evidência. Serve para provar depois que aquela imagem não foi trocada. A numeração automática dá um número sequencial ao caso.
Anexar o PDF numa conversa com um modelo não basta: ele precisa saber como o documento está organizado, senão ignora os instantes e mistura o que viu com o que foi falado. O texto do prompt é gerado sozinho, ajustado ao seu vídeo e ao objetivo escolhido. Ele nasce recolhido — o gesto normal é copiar e colar, não ler.
É para isso que serve o .json. Guarde-o junto do PDF: ele traz o documento
inteiro de volta para a ferramenta — quadros, transcrição, anotações, tarjas — e você corrige
o que precisa e gera de novo. Sem ele, um erro de digitação numa anotação custa uma
regravação.
O .zip leva o documento em vários formatos de uma vez, com as imagens soltas
— é o pacote para arquivar ou para entregar a quem vai trabalhar as imagens fora daqui. Ele
também volta para a ferramenta.
Há uma página que confere se um documento gerado bate com as impressões digitais que ele próprio declara — verificar um documento. Serve para quem recebe a evidência e quer saber se ela foi mexida.
A ferramenta no navegador é gratuita e continua sendo. O que o plano paga é a conta: a sua marca no documento, os padrões que chegam preenchidos (empresa, ambiente, rótulo, layout, papel), os modelos de documento do time, o roteiro de casos e o vocabulário. A lista completa e os preços estão em preços.
A chave é conferida dentro do seu navegador. Não há consulta a servidor nenhum: ela funciona sem internet, e nós não ficamos sabendo quando ou onde ela é usada. O caminho normal é entrar pelo link que chega por e-mail; colar a chave à mão continua existindo para quem a recebeu por outro caminho.
O que a empresa configura na conta chega preenchido na ferramenta — e para de valer no instante em que a pessoa que está com o caso na mão troca alguma coisa. Quem sabe que este documento precisa de outro layout é quem está olhando para ele. Padrão é padrão, não é camisa de força.
Numa conta de time dá para subir uma planilha de casos de teste e distribuir os links: cada pessoa recebe um endereço que abre a ferramenta já preenchida com o caso dela, e ao terminar marca como feito. A tela de controle mostra o que foi feito, por quem e quando — com o recibo do documento gerado.
Os prazos estão escritos na política de privacidade, e há código atrás deles: uma rotina diária apaga o que passou do prazo, arquivo por arquivo. As faturas ficam pelo prazo de guarda fiscal — isso está dito lá, com o motivo.
Quase sempre é uma de duas coisas. A primeira: você compartilhou uma janela — o navegador não entrega o som do computador nesse modo, só em aba ou tela inteira. A segunda: a caixinha “compartilhar áudio” do seletor ficou desmarcada. A ferramenta avisa qual dos dois foi, e a tela de fim diz se algum canal ficou mudo o tempo todo.
Aconteceu de a tela não mudar o bastante — uma leitura de documento, por exemplo. Nesse caso, marque os passos à mão durante a gravação. A ferramenta também guarda os motivos de cada quadro descartado e mostra isso no relatório técnico, que vai junto quando você fala com a gente.
Ele vem de um endereço público de CDN, e algumas redes corporativas bloqueiam. Dois caminhos: usar uma transcrição pronta (item 4), ou pedir para a TI liberar o domínio. Se você já baixou antes e quer o espaço de volta, há o botão apagar o modelo de voz baixado, ao lado do seletor de voz.
Tudo roda na memória da aba, então vídeo muito longo com muitas telas pesa. O que ajuda:
reduzir a qualidade das imagens, gerar o documento em capítulos separados, ou dividir a
gravação em duas e juntar os .json depois.
O botão Falar com a gente, no canto da ferramenta, manda problema, ideia ou elogio. Junto vai um relatório técnico do seu navegador — versões, recursos disponíveis, o que a gravação registrou — e você vê o relatório antes de mandar. Nenhum vídeo, imagem ou transcrição vai nele.